Veja os 3 grandes lançamentos de smartphones para 2014

Estamos chegando ao final de 2013 e como é sempre costume gostamos bastante de uma bela lista de promessas pro ano que vem a seguir. E 2014 será um ano e tanto para os smartphones. Veja e aguarde.

1. CELULARES UBUNTU

UBUNTU

Em 2014 teremos enfim os celulares Ubuntu. O OS de código aberto Linux terá enfim sua versão smartphone com processador de 1Ghz, memória RAM de 512MB, armazenamento interno de 1GB, apps nativos e compatíveis com programas online e os criados em linguagem HTML5. Ubuntu também oferecerá serviço próprio de armazenamento na “nuvem”, o Ubuntu One, que sincronizará conteúdos como fotos com a internet e permitirá que o usuário as acesse a partir de qualquer dispositivo.

2. CELULARES TIZEN

TIZEN

Outro sistema operacional para 2014 será o Tizen que foi criado em parceria entre Samsung, Linux e Intel com open source em HTML 5, apps nativos e compatibilidade 100% com google play. O Galaxy S5 terá chipset Exynos de 64 bits, 3GB de RAM, câmera de 16 megapixels e Android 4.4 KitKat com TouchWiz UI por cima. O S5 deverá apresentar ainda a opção de chamadas de vídeo coletivas

3.  NEXUS 5

NEXUS 5

Outro grande lançamento de 2014 será o Nexus 5. O aparelho da LG que já está à venda nos EUA tem a previsão de ser lançado no Brasil no primeiro trimestre de 2014 e virá equipado com o Android 4.4 KitKat, tela de 4.95 polegadas Full HD, 2 GB de memória RAM, processador Snapdragon 800 quad-core de 2,3 GHz, Bluetooth 4.0, câmera de 8 MP com capacidade de filmar em 1080p e pode se conectar as mais novas redes 4G.

SISTEMA DE SEGURANÇA
De acordo com a companhia de segurança de internet e antivírus Psafe, os novos sistemas operacionais no Android 4.4 ou KitKat definiram suas melhorias em segurança divididas em duas categorias:
1. Os certificados digitais
O Android 4.4 avisa o usuário se uma autoridade de certificação (CA) for adicionada ao dispositivo, o que ajudará a evitar ataques Man-in-the-Middle.
2. Reforço do sistema operacional
O Linux funciona em modo “enforced”, em vez de em modo “permissive”. Isto nega o acesso a certos recursos à função de política aplicada, ajudando a frustrar os ataques baseados em privilégios de acesso, como os exploits que tentam obter acesso root.

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