Sweetlinks #38

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Marutaro, o ouriço pop

Marutaro é um adorável ouriço pigmeu e uma estrela em ascensão na Internet que até tem conta no Twitter, a @Hedgehogdays que já é bastante pop na rede social.
O proprietário (que deseja permanecer anônimo) fotografa Marutaro diariamente em vários locais diferentes, e faz vídeos no Vine também, em uma grande variedade de situações e ambientes. Você pode encontrar centenas e centenas de outras imagens nos links desse post, veja algumas imagens e solte muitos ouuuuunnnnsss, assim como eu! :3

11 partes inúteis do corpo humano

Dentes do siso já não têm a mesma utilidade de antes | Arte: Reprodução

Dentes do siso já não têm a mesma utilidade de antes | Arte: Reprodução

 

Existem algumas partes do nosso corpo que não servem para absolutamente nada. E engana-se quem acha que é só o apêndice: elas não são poucas. São resquícios de mecanismos que já foram úteis no dia a dia dos nossos ancestrais ou que perdem a utilidade ao longo da vida. Mas, como a nossa adaptação social é mais rápida que a biológica, muitos deles perderam sua função mas ainda continuam lá, só ocupando espaço ou nos causando transtornos. As próximas gerações provavelmente não os terão.

 

Por exemplo: algumas pessoas já não desenvolvem os dentes do siso e, na brincadeira, são chamados de “o próximo passo evolutivo”, num paralelo com os X-Men. Mas é um conceito errado, já que o termo “evolução” é empregado quando ocorre uma adaptação que melhore significativamente a sobrevivência e/ou reprodução do indivíduo. Duvido que você conheça uma menina que tenha atração maior por pessoas que naturalmente não têm siso… Confira a lista das partes inúteis que os reais X-Men provavelmente não terão mais:

 

'X-Men' e as partes inúteis que não teremos no futuro | Desenho: Daniel Wu

‘X-Men’ e as partes inúteis que não teremos no futuro | Desenho: Daniel Wu

 

1 – Ponto de Darwin: é essa dobra na borda superior da orelha. Servia para captar melhor sons distantes, auxiliando na caça e proteção contra predadores. Hoje, para ir pro mercado, você não precisa dela.

 

2 – Músculos auriculares externos: a função principal deste conjunto de três músculos é mexer as orelhas, assim como um cachorro, gato, vaca e tantos outros animais. De novo, servia pra captar melhor os sons. Hoje, no máximo para arrancar umas risadas rápidas na mesa do bar. Sim, algumas pessoas ainda conseguem mexer as orelhas!

 

3 – Terceira pálpebra: é esse pedacinho melequento no canto do olho onde junta a remela. Antigamente, era uma pálpebra extra que auxiliava na hidratação do globo ocular, como a das aves e dos répteis.

 

4 – Dentes do siso: usávamos quando precisávamos mastigar a carne crua. Depois que aprendemos que assada ela fica mais molinha, não precisamos mais dele.

 

5 – Mamilos polêmicos masculinos: desenvolvido ainda quando o feto não tem a diferenciação sexual, o mamilo perde sua função essencial quando o feto vira masculino, embora ainda seja sensorial e (pasme) possa ser estimulado a produzir leite.

 

6 – Vesícula biliar: não sejamos injustos: ela até ajuda. A vesícula é um saquinho grudado no fígado que armazena a bílis, que é o nosso detergente natural. Quando chega gordura pra ser digerida, a vesícula entra com a bílis e tudo facilita. O problema é quando surgem cálculos (pedras) por lá. A dor é tão intensa que não compensa: melhor remover.

 

7 – Cóccix: é o ultimo osso da nossa coluna vertebral, composto de 5 ossos agregados, resquício do rabo nos nossos ancestrais. Mas o rabo perdeu sua função e sumiu na maioria dos humanos. Sim, maioria! Ainda existem raros casos de má-formação, onde o rabo ancestral aparece.

 

8 – Útero masculino: também derivado das primeiras semanas da gestação, o homem permanece com a estrutura primária do útero próximo a sua próstata. Não é nada demais, não incomoda e nem funciona, só está lá.

 

9 – Apêndice: é um rabichinho de músculos preso ao intestino grosso. Ele auxiliava na digestão da celulose, mas há muito tempo que nossa alimentação não é mais uma dieta exclusiva de vegetais, então ele perdeu a função e hoje só é citado quando infecciona e precisa ser removido. Mesmo se você for vegetariano, não se preocupe: com certeza, consegue viver sem ele.

 

10 – Eriçador de pêlos: eles deixam os pelos em pé quando estamos com frio, a fim de criar uma camada mais espessa e nos proteger. Muitas espécies ainda têm neles grandes aliados, mas em nós nem causam mais efeito, pois mal pelos temos. Aliás, os próprios pelos tendem a deixar de existir, já que desenvolvemos outros meios de nos proteger do frio.

 

11 – Dedos do pé: fora o dedão, que nos dá equilíbrio e estabilidade, os demais já não têm mais a menor utilidade. A não ser o dedinho, que desenvolveu a função de bater em qualquer quina e doer. Muito.

 

Com informações do Muito Interessante

Pesquisa: galinhas são mais inteligentes que bebês

Tá vendo esse bebê fofinho? Uma galinácea é melhor que ele | Foto: Reprodução

Tá vendo esse bebê fofinho? Uma galinácea é melhor que ele | Foto: Reprodução

 

Responda rápido: quem é mais esperto, uma criança ou uma galinha? Estudos recentes indicam que essas aves estão à nossa frente, quando algumas habilidades básicas foram comparadas – principalmente as que envolvem raciocínio lógico, noções de matemática e autocontrole. Essas características geralmente estão presentes em crianças acima dos quatro anos de idade, enquanto em aves domésticas surgem com antecedência, já que, de acordo com a pesquisadora Christine Nicol, da Universidade de Bristol, esses animais aparentemente têm mais capacidade de empatia, um tipo de inteligência capaz de fazer, entre outras coisas, planejamentos prévios.

 

Segundo Christine, estudos feitos nos últimos 20 anos têm comprovado que essas aves possuem habilidades sensoriais bem desenvolvidas e que, por isso, têm capacidade de fazer planos e usar raciocínio lógico em situações específicas. Essas e outras explicações estão na pesquisa intitulada “A galinha inteligente”, comandada por Christine, que explora o lado cognitivo desses animais, capazes de distinguir números e desenvolver raciocínios lógicos. Em testes com diagramas realistas e situações que desafiavam as leis da Física, observou-se que as aves tendiam a escolher as situações realistas, o que é típico de uma seleção inteligente. Os pintinhos têm a noção, por exemplo, de que um objeto retirado de seu campo de visão não deixa de existir, característica que não ocorre em bebês humanos, que tendem a pensar que o objeto que eles não enxergam simplesmente não existe. Essa situação muda geralmente no primeiro ano da criança.

 

93% das galinhas que foram testadas conseguem entender também que, se ficarem mais tempo diante da comida sem comê-la, vão ser recompensadas, o que evidencia a capacidade de planejamento e autocontrole. A pesquisadora Siobhan Abeuesinghe defende a ideia de que os seres humanos desvalorizam a inteligência dos animais para poder comê-los, e que isso é um mecanismo psicológico para que não sintam remorso. Esse exemplo pode ser visto no caso de cachorros, que são considerados superinteligentes e que, na maioria das culturas, não servem como alimento – e só a ideia disso já nos parece absurda. Por que será então que galinhas, vacas, porcos e outros bichos são considerados comestíveis, diferente dos cachorros? Você acha que a declaração de Abeuesinghe faz sentido? Comenta aí!

 

Com informações do The Telegraph